Tratamentos minimamente invasivos da hiperplasia benigna da próstata: as melhores opções
- Dr. Sanches Magalhães
- há 5 horas
- 12 min de leitura
A próstata aumentada, conhecida como hiperplasia prostática benigna (HPB), pode acarretar incómodos significativos, especialmente na hora de ir à casa de banho. Dificuldade em urinar, idas frequentes à casa de banho, tudo isto afeta bastante o dia a dia. Por sorte, a medicina evoluiu e hoje existem várias formas de tratamento, muitas delas sem precisar de cortes grandes ou longos internamentos. Falaremos aqui sobre os tratamentos minimamente invasivos da hiperplasia benigna da próstata, que se têm mostrado uma ótima alternativa para devolver a qualidade de vida aos homens.
Pontos Chave
Tratamentos minimamente invasivos da hiperplasia benigna da próstata oferecem alívio dos sintomas, com menor risco de efeitos colaterais, como problemas sexuais ou incontinência.
Técnicas como terapia a vapor (Rezum), laser (HoLEP, Green Laser) e dispositivos como Urolift e iTind são opções modernas e eficazes.
A escolha do melhor tratamento depende da gravidade dos sintomas, tamanho da próstata e condições gerais de saúde do paciente, sendo essencial a avaliação médica.
Terapia a Vapor – Rezum
A Terapia a Vapor Rezūm é uma abordagem minimamente invasiva para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HBP), focada em aliviar os sintomas urinários causados pelo aumento da próstata. O procedimento utiliza o calor do vapor de água para reduzir o tamanho do tecido prostático que está a causar a obstrução. É um método que tem ganho destaque pela sua simplicidade e eficácia.
O princípio por trás do Rezūm é bastante direto: aplicar calor controlado ao tecido prostático para que ele morra e seja naturalmente reabsorvido pelo corpo. O vapor é introduzido na próstata através de pequenas injeções, e em apenas 9 segundos por aplicação, a energia térmica é transferida. Essa energia causa a morte celular imediata nas áreas tratadas, mas sem danificar os tecidos circundantes ou a uretra. Ao longo das semanas seguintes, o corpo remove esse tecido tratado, resultando numa diminuição do volume da próstata e, consequentemente, no alívio da pressão sobre a uretra.
O procedimento é geralmente realizado em regime de ambulatório, o que significa que muitos pacientes podem ir para casa no mesmo dia. A recuperação costuma ser rápida, com a maioria dos homens a poder retomar as suas atividades normais em poucos dias. É importante notar que, embora seja um procedimento seguro, alguns efeitos colaterais temporários podem ocorrer, como dor ao urinar, sangue na urina ou no sémen, e uma necessidade mais frequente de urinar. Estes sintomas tendem a desaparecer em poucas semanas.
Uma das grandes vantagens apontadas para o Rezūm é a preservação da função sexual. Estudos indicam que a incidência de disfunção erétil e ejaculação retrógrada é muito baixa com este tratamento, o que é uma preocupação significativa para muitos homens. Os resultados a longo prazo também são promissores, com estudos a mostrar que os benefícios podem durar até cinco anos para a maioria dos pacientes, e a necessidade de um novo tratamento cirúrgico é relativamente baixa.
A Terapia Rezūm oferece uma alternativa para homens que procuram alívio dos sintomas da HBP sem recorrer a medicamentos com efeitos secundários indesejados ou a cirurgias mais invasivas. A sua capacidade de encolher a próstata de forma controlada, preservando a qualidade de vida, torna-a uma opção a considerar seriamente.
Intervenções Cirúrgicas a Laser
As cirurgias a laser para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HBP) representam um avanço significativo em relação às técnicas mais antigas. Elas utilizam feixes de luz concentrada para remover ou vaporizar o tecido prostático que está obstruindo o fluxo urinário. A grande vantagem é que esses procedimentos são minimamente invasivos, realizados através da uretra, o que significa que não há cortes externos. Isso geralmente se traduz em menos dor, menor tempo de recuperação e um risco reduzido de complicações, como sangramento excessivo.
Existem diferentes tipos de laser e técnicas que podem ser empregadas, cada uma com suas particularidades. A escolha da melhor opção depende de vários fatores, incluindo o tamanho da próstata, a experiência do cirurgião e as condições de saúde do paciente. Algumas das abordagens mais comuns incluem:
HoLEP
A HoLEP, ou Enucleação da Próstata com Laser de Hólmio, é uma técnica que tem ganhado bastante destaque no tratamento da hiperplasia benigna da próstata. Basicamente, o que se faz é usar um laser especial, o de hólmio, para "descascar" o tecido aumentado da próstata. Pense nisso como remover o miolo de um fruto, deixando a casca intacta. Esse miolo, que é o que causa a obstrução, é então fragmentado dentro da bexiga e aspirado.
Uma das coisas mais interessantes da HoLEP é que ela funciona bem para próstatas de qualquer tamanho. Com a HoLEP, elas são tratadas de forma eficaz, muitas vezes evitando a necessidade de cortes externos. Isso significa menos dor e uma recuperação geralmente mais rápida.
As vantagens não param por aí. As hemorragias são uma preocupação na grande maioria das cirurgias. Ora, a HoLEP costuma ter hemorragias bem menores, tanto durante quanto depois do procedimento. Isso a torna uma opção mais segura, especialmente para quem tem algum problema que aumenta o risco de hemorragias. Além disso, o tempo de internamento costuma ser mais curto e o uso da sonda urinária também é reduzido.
A HoLEP é uma técnica que remove o tecido prostático obstrutivo de forma precisa, utilizando um laser de hólmio. Ela destaca-se pela capacidade de tratar próstatas de todos os tamanhos, com um perfil de segurança favorável e resultados duradouros na melhora dos sintomas urinários.
Os resultados costumam ser muito bons, com uma melhora significativa no fluxo urinário. E o melhor: o risco de a próstata crescer de novo com o tempo é muito baixo. É uma opção que realmente vale a pena considerar para quem sofre com os sintomas da próstata aumentada.
Green Laser
O Green Laser, também conhecido como laser verde, é uma técnica que utiliza um tipo específico de laser para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HPB). Basicamente, o que ele faz é vaporizar o tecido prostático que está a causar o bloqueio, abrindo caminho para a urina fluir normalmente. É um procedimento minimamente invasivo, o que significa que não são necessários cortes externos. Tudo é feito através da uretra, com o auxílio de uma pequena câmara que guia o laser.
A principal ideia é remover o excesso de tecido que comprime a uretra, aliviando aqueles sintomas como dificuldade para urinar, jato fraco e a sensação de não esvaziar completamente a bexiga. O laser aquece o tecido de forma intensa, fazendo-o desaparecer, o que desobstrui o canal e melhora os sintomas. É uma abordagem que tem mostrado bons resultados, especialmente em próstatas de tamanho médio.
Algumas das vantagens que este método oferece incluem:
Menor hemorragia comparado a outras técnicas mais antigas.
Recuperação geralmente mais rápida, com menos tempo de uso de sonda.
Pode ser uma opção para pacientes que usam medicamentos anticoagulantes, embora isso deva ser sempre avaliado pelo médico.
O Green Laser é particularmente eficaz para próstatas com um volume até cerca de 80 ml. Para glândulas maiores, pode ser usado, mas a decisão final depende muito da avaliação do urologista e da sua experiência com a técnica. É importante conversar com o seu médico para entender se esta é a melhor opção para o seu caso específico, considerando o tamanho da sua próstata e o seu estado de saúde geral. Existem outras opções de tratamento a laser, como o HoLEP, que podem ser mais adequadas para próstatas de maior volume.
A vaporização do tecido prostático com o laser verde é um método que tem vindo a ganhar espaço por ser eficaz e menos invasivo. A recuperação costuma ser tranquila, e muitos pacientes sentem uma melhora significativa nos sintomas urinários logo após o procedimento. No entanto, como qualquer intervenção médica, é fundamental uma consulta detalhada com o especialista para discutir os benefícios e os riscos.
ThuFLEP
A ThuFLEP é uma técnica que utiliza o laser de fibra de túlio para tratar a hiperplasia benigna da próstata. Basicamente, o procedimento consiste em remover o tecido prostático que está a causar a obstrução, de forma bastante controlada. É uma opção que tem ganhado espaço por ser minimamente invasiva e, em muitos casos, preservar a função sexual e a fertilidade, além de manter a continência urinária. A recuperação costuma ser mais rápida quando comparada a cirurgias mais tradicionais.
O laser de túlio tem algumas características interessantes para esse tipo de cirurgia. Ele permite uma penetração mais superficial nos tecidos, o que ajuda a reduzir o risco de danos a estruturas importantes ao redor da próstata. Isso traduz-se em menos complicações e um retorno mais rápido às atividades diárias.
O procedimento geralmente envolve:
Inserção de um instrumento fino através da uretra.
Utilização do laser de túlio para vaporizar ou fragmentar o tecido prostático obstrutivo.
Remoção dos fragmentos de tecido.
A ThuFLEP é uma alternativa promissora para homens que buscam alívio dos sintomas da HPB com um perfil de segurança favorável. Ela encaixa-se bem no grupo de tratamentos a laser que visam a remoção do tecido prostático de forma eficiente. Para saber se essa é a melhor escolha para si, é importante conversar com um urologista que possa avaliar o seu caso específico e discutir as opções disponíveis, como outras intervenções cirúrgicas a laser.
A escolha do tratamento ideal para a hiperplasia benigna da próstata depende de vários fatores, incluindo o tamanho da próstata, os sintomas apresentados pelo paciente e as suas condições de saúde gerais. A ThuFLEP oferece uma abordagem moderna com bons resultados.
Enucleação Prostática
A enucleação prostática é uma técnica que se destaca quando o volume da próstata está mais aumentado. Pense nela como uma forma de "esculpir" a próstata por dentro, removendo o tecido que está causando o aperto na uretra. É um procedimento que pode até substituir cirurgias abertas em alguns casos, mas geralmente é feito em locais com equipamento e pessoal mais especializado.
O processo envolve o uso de um aparelho que entra pela uretra, como uma pequena câmara, e chega até à próstata e à bexiga. Lá dentro, um laser especial é usado para cortar, vaporizar e parar sangramentos no tecido prostático. É uma maneira bem direta de lidar com próstatas maiores.
O objetivo principal é aliviar os sintomas urinários causados pelo crescimento da próstata, restaurando um fluxo de urina mais livre.
Algumas vantagens que podem surgir com essa abordagem incluem:
Menor tempo de recuperação em comparação com cirurgias abertas.
Redução significativa do sangramento durante e após o procedimento.
Eficácia em próstatas de tamanhos variados, especialmente as maiores.
É importante notar que, por ser uma técnica que exige um certo nível de especialização e equipamento, a disponibilidade pode variar. Converse com o seu urologista para entender se essa é a melhor opção para o seu caso específico e o que esperar do pós-operatório.
Cirurgia Laparoscópica Assistida por Robótica
A cirurgia laparoscópica assistida por robótica é uma abordagem de ponta para tratar a hiperplasia benigna da próstata (HPB), especialmente em casos de glândulas maiores, acima de 80 gramas, ou quando a situação clínica é mais complexa. Essa técnica utiliza um sistema robótico controlado pelo cirurgião a partir de um console. O robô permite uma visualização tridimensional (3D) detalhada da área a ser operada, o que confere ao cirurgião uma precisão e destreza notáveis, possibilitando movimentos muito delicados e seguros. O procedimento envolve a realização de pequenas incisões na região abdominal, por onde são inseridas uma câmara de alta definição e instrumentos cirúrgicos finos. O cirurgião comanda os braços robóticos, que replicam os movimentos das mãos com grande exatidão, permitindo a remoção do tecido prostático obstrutivo com o mínimo de trauma. Essa tecnologia oferece várias salvaguardas e mecanismos de proteção, visando a segurança do paciente e minimizando o risco de erros. A recuperação tende a ser mais rápida e com menos desconforto em comparação com cirurgias abertas tradicionais, devido à menor invasividade e à precisão dos movimentos robóticos. É uma opção que tem demonstrado excelentes resultados, especialmente em próstatas de maior volume, onde técnicas menos invasivas podem ser desafiadoras. A escolha por este método deve ser sempre discutida com um especialista, que avaliará a adequação ao seu caso específico e explicará todos os detalhes do procedimento e do pós-operatório. Para quem busca uma solução eficaz para HPB com recuperação otimizada, a cirurgia robótica representa um avanço significativo, semelhante em precisão a outras técnicas avançadas como a HoLEP.
Esta abordagem cirúrgica combina a visão ampliada e a precisão robótica com a habilidade do cirurgião, resultando num procedimento seguro e eficaz para o alívio dos sintomas urinários causados pela HPB.
As principais vantagens incluem:
Maior precisão e controle dos movimentos cirúrgicos.
Visualização 3D ampliada do campo operatório.
Menor hemorragia e trauma tecidular.
Recuperação pós-operatória geralmente mais rápida.
Indicada para próstatas de grande volume e casos complexos.
Urolift
O UroLift é uma abordagem interessante para quem lida com os sintomas da Hiperplasia Benigna da Próstata (HPB) e quer evitar tratamentos mais invasivos. Basicamente, o procedimento usa pequenos implantes para levantar e segurar o tecido prostático que está obstruindo a uretra. Pense nisso como afastar as cortinas para que a luz (ou, neste caso, a urina) possa passar livremente. É um método que não envolve corte, aquecimento ou remoção do tecido da próstata, o que é uma grande vantagem para muitos homens.
Uma das coisas que mais chamam a atenção no UroLift é o seu perfil de segurança em relação à função sexual. Estudos indicam que ele não causa disfunção erétil ou problemas ejaculatórios novos e persistentes. Isso é algo que preocupa bastante quem está considerando um tratamento para HPB.
O procedimento em si é relativamente rápido e geralmente feito em regime de ambulatório ou hospital-dia. O urologista utiliza um cistoscópio para visualizar a próstata e, em seguida, insere os pequenos implantes em pontos estratégicos. Esses implantes são feitos de aço inoxidável e nitinol (uma liga de níquel e titânio), e são permanentes, uma vez colocados, não podem ser removidos completamente.
O UroLift é uma opção para homens com próstatas de até cerca de 100cc que procuram uma alternativa aos medicamentos ou cirurgias mais tradicionais.
Claro, como qualquer procedimento médico, existem efeitos colaterais potenciais. Os mais comuns são temporários e podem incluir dor ou ardor ao urinar, sangue na urina, dor pélvica ou uma urgência maior para urinar. Efeitos mais raros, como sangramento ou infeção, podem ocorrer, mas são menos frequentes.
É importante saber que o UroLift pode não ser adequado para todos. Se você tem uma próstata maior que 100cc, uma infeção urinária ativa ou outras condições específicas, o seu urologista poderá indicar outro tratamento. Além disso, é fundamental discutir com o seu médico qualquer alergia a metais, já que os implantes contêm aço inoxidável e nitinol.
A decisão de usar o UroLift deve ser tomada em conjunto com o seu urologista, após uma avaliação cuidadosa da sua condição individual e das suas expectativas de tratamento. É um procedimento que oferece uma nova perspetiva para o manejo da HPB, focando na preservação da qualidade de vida.
iTind
O iTind é uma abordagem mais recente para lidar com a hiperplasia benigna da próstata (HPB). Pense nele como um pequeno dispositivo temporário que o médico insere na sua uretra. Ele tem um formato especial que, ao ser expandido, empurra suavemente os tecidos da próstata para fora do caminho, abrindo a passagem para a urina.
O interessante do iTind é que ele não altera o tecido da próstata de forma permanente. Ele fica lá por alguns dias, remodelando a área, e depois é removido. A ideia é que, com essa remodelação temporária, a urina consiga fluir melhor sem a necessidade de cortar ou vaporizar o tecido prostático.
O procedimento é feito em consultório médico e não exige anestesia geral, o que é uma grande vantagem. Geralmente, o paciente leva o dispositivo para casa e o remove após alguns dias, seguindo as orientações médicas. É um método que busca aliviar os sintomas da HPB com um impacto mínimo no corpo.
Alguns pontos importantes sobre o iTind:
Temporário: O dispositivo é removido após um curto período.
Não destrutivo: Não há corte, calor ou ablação do tecido prostático.
Ambulatorio: O procedimento é realizado em consultório, sem necessidade de internamento.
Recuperação: A recuperação costuma ser rápida, com retorno às atividades normais em pouco tempo.
É uma opção interessante para homens que procuram alívio dos sintomas da HPB sem os riscos associados a procedimentos mais invasivos. Claro, como qualquer tratamento, é fundamental conversar com o seu urologista para saber se o iTind é a melhor escolha para o seu caso específico.
No iTind, queremos ajudar a esclarecer todas as suas dúvidas sobre a saúde da próstata. Se procura informações sobre tratamentos ou quer saber mais sobre o cancro da próstata, a nossa equipa está aqui para si. Visite o nosso site para descobrir como podemos ajudar.
Um novo horizonte para a saúde da próstata
Sabemos que a próstata aumentada pode ser incomodativo, mas a verdade é que a medicina avançou bastante. Aquelas preocupações antigas com cirurgias mais complicadas e efeitos colaterais desagradáveis, como problemas sexuais ou incontinência, estão a ficar para trás. Hoje em dia, temos muitas opções minimamente invasivas eficazes. Técnicas como o Rezum, que usa vapor, ou os vários tipos de laser, estão aí para ajudar a aliviar os sintomas sem grandes traumas. O mais importante é conversar com o seu médico, entender qual dessas novidades se encaixa melhor no seu caso e, assim, recuperar a sua qualidade de vida. Não é mais preciso sofrer com os sintomas, existe solução e ela está mais acessível do que nunca.
Perguntas Frequentes
O que é a próstata aumentada e quais são os sintomas?
A próstata aumentada, também conhecida como Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), é quando a próstata fica maior. Isso é comum em homens com mais de 50 anos. Os sintomas podem ser altamente incomodativos, como ter dificuldade para fazer xixi, sentir que a bexiga não esvaziou completamente, precisar ir à casa de banho muitas vezes, especialmente à noite, e ter um jato de urina fraco. Às vezes infeções ou pedras na bexiga.
Quais são os tratamentos minimamente invasivos mais comuns?
Existem várias opções modernas que não precisam de cortes grandes. A terapia a vapor (Rezum) usa vapor de água para diminuir a próstata. As cirurgias a laser, como HoLEP, Green Laser, ThuFLEP, usam um tipo de luz para remover ou vaporizar o tecido que está atrapalhando. Outras opções incluem o UroLift, que usa pequenos 'grampos' para afastar a próstata, e o iTind, um aparelho temporário que abre o canal da urina.
Esses tratamentos minimamente invasivos afetam a vida sexual?
Uma das grandes vantagens desses tratamentos mais modernos é que eles costumam preservar muito bem a função sexual. Ao contrário de métodos mais antigos, muitos desses procedimentos têm um risco baixo de causar problemas como disfunção erétil (dificuldade de ter ereção) ou ejaculação retrógrada (quando o sémen volta para a bexiga em vez de sair). Na verdade, alguns estudos mostram que muitos homens sentem-se iguais ou até melhor sexualmente após o tratamento.




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